Realidade Inventada
quarta-feira, 27 de junho de 2012
palavras,aquelas que não importam mais
Antes palavras me iludiam,hoje elas passam como brisas,que vem e vão e o
que ficam são apenas aquelas que gosto de lembrar,se um dia elas
bastavam,hoje em dia atitudes me conquistam mais,não sei se isso faz
parte do processo de amadurecimento, mas sei que depois que conheci esse
tal de amor proprio, puder me torna melhor e esquecer de tudo que um
dia me maggoou (ou não), o que eu guardo não importa,
pra ninguém,quando eu comecei a me a amar de verdade,pude compreender a
importancia desse amor por mim mesma,e a aquelas palavras, as vezes eu
finjo acreditar, mas ao menos eu sei que não vou ficar pensando no que
eu fiz de errado ou que tenho de errado, a minha grande luta, foi por
mim mesma, foi me conquistar, e não importa o que vc acha, so importa o
que eu acho que vai ser melhor pra mim
Gabriela Santo's
quinta-feira, 31 de maio de 2012
ESTADO MAL
“Eu morri centenas de vezes…
Digo adeus só com palavras…
Lembranças machucam minha mente…
Gostaria de dizer “sem arrependimento” e sem sentimentos mal resolvidos…
Assim que a gente se beijar o sol se poe e nós seremos história…
Existe uma luz no céu acima de nós que apenas quem ama consegue ver…
Sim, eu tenho estado mal mas quando eu voltar vocês vão saber…
Por que não há nada. Não há nada que você possa me ensinar…
Não aprendi muito na escola…
Mas sei que não aprenderei bebendo…
Gostaria de dizer que isso parte meu coração…
É algo que eu sei que você não pode fazer…
Não há nada novo para aprender…
Você nunca vai me entender…
Cheguei em casa essa tarde e parecia que nada estava do mesmo jeito…
Entendo que você não tem que dar resposta a homem nenhum…
A responsabilidade cairá sobre você…
Mas como posso esperar que você entenda…
Quando você vive a vida tão imprevisivel…
Quando você está na idade…
A vida muda, meu irmão…
Do jeito que éramos…
Nunca voltaremos a ser…
A sua prioridade, ela deve ser ouvida!”
Amy Winehouse
segunda-feira, 16 de abril de 2012
"Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei sua banalidade, nunca entendi como pude ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava.
Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo....Não sinto saudades do seu amor, ele nunca existiu, nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existiu morte para o que nunca nasceu........Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na sua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado. Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças. Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo.Simplesmente isso. Você, a pessoa que eu ainda vejo passando no corredor e me levando embora, responsável por todas as minhas manhãs sem esperança, noites sem aconchego, tardes sem beleza....
....sinto falta de quando a imensa distância ainda me deixava te ver do outro lado da rua, passando apressado com seus ombros perfeitos. Sinto falta de lembrar que você me via tanto, que preferia fazer que não via nada. Sinta falta da sua tristeza, disfarçada em arrogância, em não dar conta, em não ter nem amor, nem vida, nem saco, nem músculos, nem medo, nem alma suficientes para me reter.''
Tati Bernardi
Desculpa se te chamei de amor...
Quando eu descobrir...eu pude compreender a dor em que mim passava/ e se instalara e la ficará...
Quando eu pude perceber que eramos um e ao mesmo tempo nenhum, porque eu era você , e você era um outro alguém que mesmo que distante de mim, me fiz sentir dor...
só quando pude perceber que não eramos mais, mas nada
eu pude ver e ter a sensação de anestesia que a dor me causava... e que dor?
que nem cheguei a sentir mais...
Devo-lhe agradece logo fiquei mas humilde e pude compreender, erros são feitos pra sair de nossa vida, então pra que persistir?
agora eu vi... não eramos um, nunca fomos nada
E eu vou tentar levar a serio isso, de não ser nada e nunca ter sido nada para você...
Porque um dia o que vai passar, é esse habito estranho de lembrar que te chamei de amor, e que um dia pensei que te amei....
a isso vai passar...
Enquanto isso, vou seguindo... indo pra onde você não estar, como se você estivesse em algum lugar, mesmo comigo tinha a impressão que você nunca estava, e agora você esta livre, livre pra voar... ou se amarrar... já que não pude te amarra em mim, não vou corta suas asas...
quero ver você seguindo seu caminho sim,por mais que isso doa em mim...
Deixo-te livre para voar... Livre pra ir
Gabriela Santo's
terça-feira, 20 de março de 2012
VERSOS ÍNTIMOS
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!
Augusto dos anjos
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!
Augusto dos anjos
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